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sábado, 30 de abril de 2011

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Se passamos por tanto, penso que existe uma razão. Ou simplesmente porque a vida é cheia de travessuras, que rimam bombons e pedras em um mesmo suco.
"Vai passar!" pensei. E, ao mesmo tempo, sabia que se reencontrasse o grande amor seria/aconteceria uma avalanche de sentimentos e faria voltar o que já foi horrível e doentio.
Voltou e agora é presente. Novamente(?) é vivido e respirado, de acordo com a intensidade do dia.
São cheiros, gestos, palavras faladas no canto do ouvido e nos olhos. É, bem neles.
Sorria, meu bem, gargalhe o novo amor com aroma de antigo e já "cheio" de experiência.
Nesse mar, encontrei a batida do Strokes nesses seus comentários longos. E as indiretas diretas do Cazuza no seu tom ao falar: "Minha querida."

E enfim, escrevo boas novas; e alegres boas novas, viu ?
Hoje a insegurança só bateu na porta, não fez questão de entrar e nem quis, na verdade.
Fique por aí, dengosa. No lado de lá.



"Ao infinito deixo a minha ânsia, nela espero e dela vivo." (Ana Cristina Cesar)

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