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sábado, 30 de abril de 2011

...


Se passamos por tanto, penso que existe uma razão. Ou simplesmente porque a vida é cheia de travessuras, que rimam bombons e pedras em um mesmo suco.
"Vai passar!" pensei. E, ao mesmo tempo, sabia que se reencontrasse o grande amor seria/aconteceria uma avalanche de sentimentos e faria voltar o que já foi horrível e doentio.
Voltou e agora é presente. Novamente(?) é vivido e respirado, de acordo com a intensidade do dia.
São cheiros, gestos, palavras faladas no canto do ouvido e nos olhos. É, bem neles.
Sorria, meu bem, gargalhe o novo amor com aroma de antigo e já "cheio" de experiência.
Nesse mar, encontrei a batida do Strokes nesses seus comentários longos. E as indiretas diretas do Cazuza no seu tom ao falar: "Minha querida."

E enfim, escrevo boas novas; e alegres boas novas, viu ?
Hoje a insegurança só bateu na porta, não fez questão de entrar e nem quis, na verdade.
Fique por aí, dengosa. No lado de lá.



"Ao infinito deixo a minha ânsia, nela espero e dela vivo." (Ana Cristina Cesar)

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Mais um daqueles inúmeros sem nome específico.

"(...) Volta ou não, vem me falar ou não, eu fico porque não sei ainda, mas talvez por você eu venha a saber e nos descentremos finalmente (mesmo que para sempre separados)."
(Ana Cristina Cesar)


E em meio a tantas digressões, me encontro olhando nos seus olhos e pensando em como poderia não ter sido. Será que você entende isso, ou apenas observa atentamente o seu próprio narcisismo gordo e insalubre? Talvez nem note que demasiadas atitudes fúteis cortam o que sinto, e machucam o que eu poderia sentir por você um dia.
Mas, essa sua socialização foi enraizada quase que perfeitamente. Percebo que é uma "competição" tola com o que já existe e com o que é tido como CERTO. Erroneamente.

Resposta, e mais um pouco de paciência.





(hoje sem créditos musicais porque o dia amanheceu cinzento em relação a isso.)

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Razoável.

É assim que tem que ser.  E ponto final.
Não adianta que queiramos que todas as atitudes sejam recíprocas. Não adianta pensar que todos são iguais. Não adianta acreditar que sua felicidade é concomitante a de outra pessoa.
Não é!
Sua felicidade é sua. Plena e invariavelmente. Um direito que se adquire com as consequências daquilo que se escolhe; daquilo que se planta.
Quebrou a cara? Então reconstrói esse sorriso, esses olhos ... Por mais que sejamos ou estejamos fracos, a vida é muito bonita pra ser reclamada a todo tempo, é um presente muito precioso.
Ninguém vale a paz de outrem. Esse é o maior ensinamento que a vida nos dá: o tempo, somente ele, coloca as coisas no lugar.

Que nós tenhamos a capacidade de agarrar nossa felicidade com unhas e dentes. De coração apressado. De confiança inabalável. E sorte. Que essa batalha de todos os dias seja muito doce! Pra mim, pra você, pra nós.

sábado, 9 de abril de 2011

E as frases andam sem cor.

É o mundo. É o medo. São as lágrimas que se descontam dos sorrisos.
Precisa-se de fé. Mais nos outros do que em si mesmo. Paz: pra viver tranquilo, pra não cansar das matérias sensacionalistas, pra sentir que a indiferença é coisa de gente pequena. Capacidade de comoção. De começar a mudar com você e pintar as frases de cor.

domingo, 3 de abril de 2011

=]

Quer um coração aberto?
Vou te presentear com o meu.
Já fui bem igual a você. Vivi de indiretas. Vivi de falsas esperanças que o passado se renovasse. Mas o passado não se renova. Aprendi isso também. Passado quando volta, é presente. E se não é presente agora, a gente só precisa se conformar. Nosso tempo não é dono da razão e acho que já falei isso muitas vezes por aqui.
Ontem acho que assustei ... acho que gritei alto demais. A raiva.
Até perceber que maior parte de mim hoje é felicidade. É me sentir viva pelos numerosos livros que tenho que ler, pela casa que tenho que zelar, por aqueles que preciso amar por inteiro. Antigos e novos.

Talvez teu ócio ou tua insastifação expliquem a razão de tal ser azedo.
Se cuida ... Cuida da tua vida. Ela vai melhorar. Experiência própria.

E pra quem não tem nada a ver com isso, perdão.
Mas eu preciso terminar com a intenção de que vocês me vejam cantando, BEM ALTO, essa música:


Depois de pensar um pouco
Ela viu que não havia mais motivo e nem razão
E pode perdoá-lo

É fácil culpar os outros
Mas a vida não precisa de juizes
A questão é sermos razoáveis

E por isso voltou
Porque sempre o amou
Mesmo levando a dor
Daquela mágoa
Mas segurando a sua mão
Sentiu sorrir seu coração
E amou como nunca havia amado

Mas como começar de novo
Se a ferida que sangrou
Acostumou a me sentir prejudicado

É só você lavar o rosto
E deixar que a água suja
Leve longe do seu corpo
O infeliz passado ♪



( A minha gratidão é uma pessoa - Nando Reis #meulindo )

sexta-feira, 1 de abril de 2011

" (,,,) Escondemos a poesia louca por não querer tocá-la com nossas mãos e nossas vozes pouco afeitas. A luz e o lago não possuímos. Mas por cima de tudo anoitecido acordam outros sentidos percebendo: somos agora e sempre, nunca mais. "
(Ana Cristina Cesar)

E sempre, com qualquer oscilação, percebo a constante que me paira: a dualidade das palavras.
É alimento, renovação.