" (,,,) Escondemos a poesia louca por não querer tocá-la com nossas mãos e nossas vozes pouco afeitas. A luz e o lago não possuímos. Mas por cima de tudo anoitecido acordam outros sentidos percebendo: somos agora e sempre, nunca mais. "(Ana Cristina Cesar)
E sempre, com qualquer oscilação, percebo a constante que me paira: a dualidade das palavras.
É alimento, renovação.
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