Oi, pessoas.
Desculpa perturbar vocês com tanta frequência nos últimos dias. Mas é que a cabecinha tá um turbilhão ultimamente. De tanto pensar, a gente nem pensa.
Daí, sem mais nem menos, eu achei minha canção do momento, bem lá no fundo da consciência...
" Quem não inveja a infeliz, feliz. No seu mundo de cetim, assim, debochando da dor, do pecado, do tempo perdido, do jogo acabado "
Ela, de Chico, desatinou. Eu também.
Acho que chegou a hora de só agradecer por isso. As coisas acontecem se têm de ser. E se você acredita nisso, desatina.
Entenda bem: Desatino, em primeiro significado no dicionário, é " algo que seja absurdo, que leve a loucura."
Agora sim, entenda como quiser. As dores passam. As surpresas chegam. Já diria o velho ditado que depois do temporal, vem a calmaria. A esperança é ainda a última que morre.
De apressados, no fundo, não deveríamos ter nada. Não é no nosso tempo.
Um sorriso muda tudo. A confiança quando cresce também.
E hoje as frases estão mais soltas que nunca. Típico desses raciocínios desvairados.
Deixa que o destino (ou o desatino ou como prefira) vai cuidar das coisas por você. Ímpeto. Na impulsividade.
Boa leitura de quem precisa ser destemido. Adoro cada um que eu sei que lê nessas entrelinhas.
segunda-feira, 28 de março de 2011
O tal desatino.
Postado por
Aline Dantas
às
07:57
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