Tenho muita fé em você, no outro ao seu lado. Ainda lembro de uma entrevista da Rachel de Queiroz que exaltava a pauta da fé; não estou aqui unindo fé a religião, não. São palavras que vivem separadamente muito bem, felizes até. E em mim, vivem e crescem também exponencialmente. Falava a cearense que é importante cultivar (a fé), e eu faço isso, tento enfim. Convicções, palavras e vozes, dito-pelo-não-dito.
Tenho fé em você, repito. O problema é que a minha dor é a insegurança, como todos sabem aqui, e como eu sei desde que me conheço como “gente” comendo feijão com farinha. Acredito no futuro, tenho perspectivas (com você, aliás), e por isso então desejo que pare de duvidar da minha boa vontade, preciso (talvez essa não seja a palavra certas, mas...) que você acredite na ternura deste sorriso, rapaz, pois é nele que me sustento nesses dias tão confusos.
E você, leitor, há de concordar que esses dias estão confusos. Quer dizer, normais é que não estão. Talvez você não me entenda, normal.
Cate a poesia que alguém entornou no chão, como fez o eu-lírico que via uma vitrine aí e seja feliz.
É uma questão de ter fé, sabe?
Créditos musicais ao atemporal Chico Buarque de Hollanda. Quero deixar, por fim, o meu agradecimento a saudosa quixadaense Rachel de Queiroz. Obrigada por me fazer viajar/sonhar com seus enredos.
1 comentários:
Uma vez, um velho conde balbuciou que o segredo é ter fé e esperar.
E eu nunca esqueci disso.
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