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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

‘ continuar aquela conversa que não terminamos ontem, ficou pra hoje .

Sinto que preciso socializar o assunto; tentar tirar tamanha carga do meu peito, carga essa que parece não ter um fim previsto, uma vez que a raiz dela é minha própria paranóia repetitiva.

Mudei muito rápido. Realmente as etapas estão sendo queimadas (isso mesmo, usando a mania do gerundismo justamente porque quero dar o sentido de uma continuidade maldita, quero fazer você sentir a dor da repetição, já que EU, amigo, não agüento mais). Pergunto agora com mais freqüência do que nunca: Como? Como poderia não ser? Em outras situações ter esse ímpeto não seria ruim, aliás, questionar ocasionaria certos benefícios, pois manter-se cético, creio eu, nos faz enxergar as situações mais criticamente; sinto-me presa na bendita frase: “aeronaves seguem pousando sem você desembarcar ” e a minha resposta não vem, e eu fico estagnada na dúvida.

Uma situação que há tempos não incomodaria, hoje permeia o absurdo de tanto consumir meus pensamentos. Quero parar, preciso.

Tento agir como uma determinada pessoa, não me apegando a tantas tolices, mas quando percebo estou sendo eu mesma novamente. Não tenho como fugir disso, obviamente, só gostaria de ter a tão almejada direção. As coisas estão complicadas, já li bastante hoje e não encontrei respostas, aumentei o meu estoque de perguntas só para não parecer irrelevante fazê-las.

E agora, José? É esperar e só? É viver normalmente e não pensar no que poderia não ter acontecido?

Ok, Amanhã, vamos lá.

(créditos musicais ao barbudo e ruivo e querido da Aline Dantas, Nando Reis)

1 comentários:

Cachinhos Tostados disse...

"Eu presto atenção no que eles dizem, mas eles não dizem nada." ♪
Amei o post

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