É da reincidência dela que não sinto falta.
Já me questionei varias vezes o porquê de ser tão insegura. O porquê de não conseguir acreditar em alguém, de achar que sempre há uma farsinha por trás, um riso no canto da boca, no fim de cada frase. Tento ao máximo dar o tão pedido votinho-de-confiança; dou e me arrependo, através de olhares e pensamentos calados. E a mudança, entra quando na história? E o psicólogo, entra nessa história?
(risos) Me perguntei isso hoje pela manhã.
Pensei que esse seria um espaço de confissões. E percebo que as minhas, aquelas traiçoeiras, são minhas e de mais ninguém. As vezes não entendo o porquê de “ter” sempre que postar algo aqui, mas simplesmente posto. Quero mostrar a algum outro maior-abandonado-de-respeito que ele não está só. Não esta só em frente ao seu computador, dentro do seu quarto de paredes tortas e roupas dobradas.
Esses meus textos são todos misturados. Não gosto de seguir uma linha lógica nos meus escritos próprios, já que eles falam por si só, nas entrelinhas. Mas me preocupa saber se lerão isso aqui com a intensidade devida. Cuido do que me convém, mesmo sabendo que é normal ter várias versões do que é dito sagaz e coerente.
Isso é normal? Sentir aquilo é coerente?
Ah, se eu ganhasse uma moeda por cada vez que alguém pensa que eu exagerei...
Mas não pense que sou infeliz. Não, sou satisfeitíssima, é que algumas interrogações aparecem no meio do caminho, como pequenas pedrinhas vermelhas e azuis.
Lumena Cortez.
1 comentários:
'Ei, olha só o que eu achei: cavalos-marinhos...'
;D
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